sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mana Handicraft - roupas lindas para remar!

Maiô, biquine, sunguete, top, body, macaquinho, short... tudo com estampas lindas!
Muito bom pra remar ou praticar qualquer esporte ao ar livre!
Quando remo de OC1, a minha canoa Guardiã, tenho usado bastante os sunguetes. É bom porque não deixa aquela marca de sol da calça de ginástica bem no meio da perna.
É só passar bastante protetor solar antes de entrar na água e tá tudo lindo!
Os maiôs de manga longa também fazem um diferencial! Pra variar daquelas lycras de cor lisa!
Pra remar de OC6 vale a pena colocar um shortinho. Tem cada um lindo!


Aloha!

Marca apoiadora do projeto
REMADA SOLO NITERÓI-ILHA GRANDE NA GUARDIÃ DO MAR
(Fotografias: Theo Andrade)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Fotografia em filmagem da travessia

A remada foi ricamente documentada por fotos pelo amigo e fotógrafo Theo Andrade.
A imagens de vídeo foram capturadas por Thiago Silva, da Studio Prime, que próduziu um curta metragem sobre a travessia chamado "Imua Guardiã", disponível no Youtube. A contratação da produtora Studio Prime foi possível graças ao patrocínio do INEA - Instituto Estadual do Ambiente, que apostou no potencial da remada como ferramenta para demonstrar a importância da proposta de criação da Área de Proteção Ambiental Estadual Marinha da Baía da Ilha Grande, uma unidade de conservação que pretende abranger e proteger legalmente uma extensa área na Costa Verde.
Remar por um lema tão rico como este enobrece. Remaria até a África do Sul para proteger a Natureza (opa, ideia boa, heim?).

Depoimentos no dia da primeira tentativa de partida, que precisou ser adiada pela observação de ventos fortes de Sudoeste. Observe o mar encrespando atrás de mim, por conta do vento. 
Fortaleza Santa Cruz, Niterói, RJ.

Thiago capturando imagens com a Gopro na chegada na Ilha Grande (1)

Thiago capturando imagens com a Gopro na chegada na Ilha Grande (2)

Livia segurando o laptop e Thiago o bastão da Gopro enaquanto eu passava à bombordo do veleiro Tlaloco
Ter amigos remadores no apoio foi algo muito importante para o sucesso da remada. Na hora que a fadiga física ou mental tomava conta de mim, bons observadores da técnica da remada gritavam do veleiro Tlaloco:

"REMA GRAAAAANDE, LUIZA! OLHAR NO HORIZONTE, GIRA O TRONCO!"


Aloha e até a próxima postagem!

28 horas. Poderia ser menos?

"Aquele que em nada acredita, corre o grave risco de nada encontrar"
Teresa Guerra, no livro Crianças Índigo

Fotografia: Theo Andrade.
Chegada na Ilha Grande, mirando a Praia de Palmas.
 
Acreditar que eu podia fazer esta remada sozinha foi um dos fatores que me levou a iniciar o planejamento da viagem.

Mesmo sabendo que daria para fazer em menos tempo, eu acredito na importância e no potencial inovador que as minhas 28 horas solitárias entre Niterói e Ilha Grande provocaram para o esporte.

Com esta remada, novos limites foram colocados. Ou limites foram quebrados, tanto faz... Nunca antes uma mulher havia realizado sozinha tal percurso, embora algumas grandes guerreiras que conheço na canoa havaiana poderiam facilmente tê-lo feito, e estas saberão se reconhecer nas minhas palavras. Dois grandes remadores de canoa havaiana já haviam realizado desbravadora e solitariamente tal percurso, conhecendo e reconhecendo as dificuldades, alegrias e satisfações que o mesmo proporciona. São eles meus amigos Leonardo Silva e Mássimo Novelo. A eles, meu respeito e admiração.

Se foi muito tempo ou não, a mim não importa. O que importa é que a partir de agora muitos acreditarão que podem também, e é isto caracteriza um novo limite para o esporte.
Certa vez escutei que a Ciência, para encontrar avanço na busca das respostas, funciona como uma barreira de corais. Em uma barreira de corais, os organismos mais antigos, à medida que morrem, servem de base e sustentação para o crescimento dos novos, e assim os corais vão crescendo um por cima do outro, ganhando altura e, às vezes, superando até a linha d´água formando atóis nos oceanos. Com o conhecimento a dinâmica é a mesma. Pesquisas antigas e reveladoras para uma determinada época tornam-se ultrapassadas no futuro, mas servem de importante base para a Ciência moderna chegar aonde chega. É assim que funciona o caminhar da humanidade e a evolução da ciência, da tecnologia e de todos os campos de conhecimento. No esporte não haveria de ser diferente.

Se antes o senso comum julgava impossível ou muito-muito-muito difícil algum feito, novas gerações hão de chegar para mostrar que, com determinação, foco e planejamento, limites podem ser quebrados, projetos e sonhos podem ser postos em prática.

Já falei sobre o Everest antes. Escalar uma montanha que é considerada visualmente até feia pelos alpinistas, correr graves riscos de morrer, chegar no teto do mundo e mal ter tempo de hastear a bandeira do seus país para então descer com extremidades do corpo algumas vezes necrosadas e possivelmente afetadas para sempre parece algo inexplicável. Mas "cada um tem o seu Everest", e este Everest particular muitas vezes grita dentro da gente. Ao longo da história da humanidade Everests particulares devem ter possibilitado tantas descobertas que hoje nossa mente globalizada pode não mensurar o quanto o espírito desbravador daqueles que escutaram o chamado de seus Everests foram importantes para nós. Cruzadas marítimas, expedições sem volta, mergulhos profundos nos oceanos ou viagens espaciais desconhecidas... Cada um tem o seu Everest! (Recomendo a leitura do livro No Ar Rarefeito, de Jon Krakauer).

Remei por vontade, e isso basta. Foi por acreditar que eu podia pois este era meu sonho. Essa vontade existia antes mesmo de eu conhecer a canoa havaiana e quando fui remando pela primeira vez do Rio a Ilha Grande em 2010, com mais cinco amigos em uma canoa havaiana de seis pessoas, achei que esta vontade estaria saciada. Mas meu Everest continuou gritando.

Minha maior fonte de inspiração vem dos livros que leio. Histórias do Amyr Klink, da Família Shürmann, Shackleton, Jack London, Robert Falcon Scott e de tantos outros... Dentre estes desbravadores, aquele que se encontra mais perto da gente é o Amyr Klink, um cara que, em seus livros, se revela não um aventureiro, mas sim um excelente planejador! Detalhista ao extremo, ele não deixa nada para o acaso e se prepara como ninguém para levar a vida que escolheu seguir.

Vou parafrasear um texto sobre o Amyr, escrito por Stephen Kanitz, que está na orelha de seu livro Linha-D'Água - Entre Estaleiros e Homens do Mar:

"Viver é uma atividade arriscada. Nunca se sabe o dia de amanhã. Mas aprendemos muito com o Amyr ao percebermos que esses riscos podem ser minimizados ou resolvidos antes da partida, e aí viver a vida se torna um prazer, e não uma constante preocupação.
Amyr tem uma qualidade que eu chamo de 'acabativa'. Todos nós temos iniciativa, milhares de ideias para pôr em prática, mas Amyr tem a capacidade de implantar a maioria das ideias que lhe ocorrem; elas não ficam no papel ou nos sonhos. É disso que o Brasil precisa, urgentemente".

Espero, com estas 28 horas, ter inspirado você também com uma proposta de "acabativa", e que todos os seus sonhos, estimado leitor, saiam do papel e se tornem reias!

Como já escreveu meu tio Geraldo:
"A sobrinha Luiza vive remando e rema vivendo!!!"

Aloha e até a próxima postagem!
Luiza Perin



domingo, 22 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Remando à noite pela Barra da Tijuca


Final de tarde nas Ilhas Tijucas - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro

Visível ondulação de Sul possibilitando o surfe nas vagas.



Feliz com as sete horas de remada já vencidas.



Quando a tarde caiu eu já havia passado as Ilhas Tijucas, e me encontrava no início da Barra. Estava feliz pra caramba e a cada parada programada, me alimentava como planejado. O vento Leste me empurrava generosamente na direção desejada. A ondulação estava de Sul e batia de través na canoa, no bordo esquerdo, onde fica a ama, mas mesmo assim era possível surfar muitas marolas que se formavam para mim. A remada estava fluindo com perfeição e eu me sentia plena. Isso era ótimo, pois me nutria de autoestima. Sabia que ia ser difícil, mas estava me sentindo tão bem que podia acreditar que seria menos difícil do que pensava.

Nesta remada fui agraciada com condições perfeitas de mar e de vento. Em um planejamento, é muito importante não só monitorar a previsão, mas também deve-se saber avaliar as tendências do vento. Fiz isso ao longo de dois meses e tenho certeza que o dia escolhido não poderia ser melhor. O domingo, dia 08 de abril de 2012, foi um presente. Como já escrevi antes, não foi à toa que as coinscidências da Natureza me fizeram sair no domingo de Páscoa - uma celebração de renascimento!

Em 28 horas conjuguei diferentes verbos: remei, sorri, chorei, vomitei, cantei, gritei, calei... E os sentimentos também foram os mais diversos. Quando a noite ficou escura de verdade e o sono começou a tomar conta de mim, milhares de questionamentos tomaram conta da minha mente. Antes de partir, havia falado que gostaria de ver golfinhos e baleias, mas naquelas horas escuras, qualquer barulho de onda atrás de mim me assustava e eu desejava ver nenhum animal marinho. No meio da noite, sentinelas do mar me ajudaram a não fechar os olhos: enquanto passava ao longe de Guaratiba, um grande cardume passou por mim. Não pude ver os peixes, mas pude escutá-los chocando-se contra minha canoa. Primeiramente, ouvi uma batida forte no deck da canoa, na proa. Algo que teria caído de cima dela. Não tive muito tempo para me perguntar o que seria e logo senti algo batendo forte no meu rosto, na bochecha direita. Levei um susto! Mas imediatamente senti o cheiro de peixe que ficou em mim. E mais barulhos, de peixes se chocando contra minha pequena embarcação flutuante na escuridão. Aquilo me fez acordar do marasmo da noite!

Foi uma longa noite!
Milhares de questionamentos e o dobro de respostas. Respostas para perguntas que não foram feitas e que mesmo assim são respondidas quando você leva sua mente ou seu corpo ao extremo. Nestas horas, encontramos respostas, avaliamos nossa vida, nossos gostos, nossos caminhos. Mas eu queria estar ali e me programei para isso, preparei tudo sozinha, corri atrás e planejei. Me via sozinha naquele mar, com a distante Barra da Tijuca no litoral, a noite avançando e o sono também. Se abaixava a cabeça, pensava: "Meu Deus, o que eu estou fazendo?". Então passei a olhar para frente, e as respostas vinham: olhando para frente eu via o mar, eu via minha direção, meu caminho. Via o veleiro Tlaloco que me acompanhava silenciosamente na noite, como que consentindo orgulhosamente a façanha daquela pequena embarcação a remo. E então meu pensamento retrucava: "Estou indo para Ilha Grande remando sozinha na minha canoa Guardiã. Estou fazendo isso porque quero e porque acredito que posso. Estou fazendo isso pela causa ambiental que me move, para falar da preservação dos mares! E quando lembrava do meu objetivo, me emocionava. Dava braçadas mais fortes e seguia em frente. Imua, em havaiano, é algo que pode ser traduzido como "adiante".

IMUA, GUARDIÃ!
Aloha e até a próxima postagem, com mais fotos!









quinta-feira, 12 de abril de 2012

De Niterói a Ilha Grande sozinha em uma canoa havaiana

Aloha!
Esta é a primeira postagem do meu blog Vou de Canoa! Aqui vocês sempre encontrarão relatos de remadas, dicas e histórias do mar. Encontrei uma boa forma de começar, relatando detalhes da remada mais desafiadora da minha vida: de Niterói a Ilha Grande, sozinha, em minha canoa havaiana batizada de Guardiã!


Minutos antes da partida, na Praia de Charitas, em Niterói.

CADA UM TEM O SEU EVEREST


Como encontrar o equilíbrio entre as doses certas de cautela e ousadia? Um limiar tênue separa estes dois sentimentos, mas eles caminham lado a lado quando se tem um grande desafio a ser vencido. Quando se esbarram, se misturam e se conflitam nos trazem dúvidas, ansiedade e angústia. Ir ou não ir? Partir ou adiar? Cautela e ousadia: assim foi a minha sexta-feira, dia 06 de abril de 2012, quando tudo estava marcado para a partida: veleiro e equipes de filmagem, fotografia e apoio, tudo e todos a postos no horário e local marcados. Mas a aproximação inesperada de uma frente fria no Rio de Janeiro e um vento Sudoeste soprando com força também inesperada nas horas que antecediam a partida estavam ali, se contrapondo a toda a logística planejada.



A adrenalina tomou conta de mim. Estudar o mar e as minhas próprias limitações físicas em uma hora como esta, às vésperas de embarcar para a maior remada da minha vida, e escolher entre duas palavras que iriam nortear um caminho de sucesso ou fracasso - um "sim" ou um "não" para a partida - fez a adrenalina subir a mil e os sentimentos conflitarem arduamente.

Encontrar o equilíbrio perfeito entre a cautela e a ousadia parece ser um dos segredos para o sucesso de grandes desafios. Se você não é cauteloso o suficiente, corre risco de levar ao fracasso um longo planejamento por conta de decisões tomadas na base da adrenalina, mas se não for ousado o bastante, corre o risco de nunca encontrar as condições que julgue ideias para dar o seu próximo passo. E agora?

Já li muitos livros que relatam histórias de velejadores ou remadores vencendo infindáveis distâncias oceânicas ou de escaladores batalhando para conquistar imponentes montanhas. A verdade é que cada uma dessas histórias conta como superar os seus limites e desenvolver uma boa capacidade de leitura das condições que a Natureza oferece. Vencer 130 quilômetros de mar, a cada braçada, é uma tarefa difícil. Naquela tarde de sexta-feira, ponderar entre o sim e o não diante do mar, ainda que fotos e matérias de jornais já tivessem anunciado minha partida, fez parte do desafio de domar meus sentimentos na hora da tomada de decisão crucial para o sucesso da minha empreitada.
Nota na coluna do Gilson Monteiro, no Caderno de Niterói do Jornal
O Globo de sábado, dia 07 de abril de 2012.
(Observação: Marina é o nome da minha irmã!)


A partida foi somente no dia seguinte em que saiu a nota no jornal, e o dia "D" foi o 08 de abril de 2012, ao meio dia e meia do domingo de Páscoa: um dia Santo. Como não me admirar com esta simbólica coincidência da Natureza? Contra minha vontade, os ventos me empurraram para que eu partisse no dia em que se comemora a ressurreição de Cristo, um dia de renascimento, e não no dia de Sua morte - a sexta-feira da Paixão. Para mim isto é muito simbólico, pois considero cada grande desafio vencido em minha vida um renascimento, uma nova forma de ver a vida, novas perspectivas, novos olhares. Desde 2005, quando comecei a remar, grandes remadas já me fizeram renascer para a vida. Com esta não haveria de ser diferente.


DA PRAIA DE CHARITAS (NITERÓI/RJ) À PRAIA DE PALMAS (ILHA GRANDE, ANGRA DOS REIS/RJ)


Saída da Baía de Guanabara, com o Pão de Açúcar na despedida.

Vinte e oito horas remando, 28 horas de trabalho muscular constante com aplicação de técnica e força, movimentos repetidos e concentração máxima para vencer o sono da madrugada, a dor física crescendo gradativamente por todos os músculos do corpo, a fadiga mental, o enjoo, a angústia de ver o dia virar noite e depois a noite virar dia... e os mesmos e sincronizados movimentos acontecendo. Foi isso que fiz por 28 horas para percorrer com braçadas e muita raça os 130 quilômetros que separam a Praia de Charitas, em Niterói, e a Praia de Palmas, na Ilha Grande.

Sempre tive esse sonho de chegar a Ilha Grande remando. Ele nasceu antes mesmo de eu começar a remar, quando visitei a ilha pela primeira vez, aos 19 anos, para acampar na Praia dos Aventureiros. Ficou guardado, e eu lembrava dele sempre nos Reveillons, quando escrevia minha listinha de "desejos futuros". Embaixo de "ter um cachorro rottweiler" sempre vinha "comprar um caiaque oceânico para ir remando para a Ilha Grande".

Foi em 2005 que conheci a canoa havaiana e logo me apaixonei pelo esporte. Em Niterói haviam duas canoas OC6, trazidas pelo grande amigo e instrutor Marcelo Depardo. As OC1 e OC2 ainda não eram usuais. Com foco no meu sonho secreto, comprei então o caiaque dos meus sonhos: um imponente Cabo Horn da Opium com capacidade de 70 litros de carga. Era o que eu precisava para carregar meus pertences na minha sonhada jornada que um dia aconteceria. Achava que era o que precisava para carregar os meus sonhos.


Fui me envolvendo com a canoa havaiana e o caiaque era pouco usado por mim. Até que, em 2010, aconteceu a remada para a Ilha Grande pela primeira vez, com mais 5 amigos guerreiros. Em julho de 2010, saímos da Praia da Urca, no Rio de Janeiro, e remamos obstinadamente até a Praia do Abraão, na Ilha Grande, levando exatas 17 horas. Foi uma remada muito dura e - paradoxalmente como de se esperar destas grandes empreitadas - a conquista também foi muito prazerosa. Foi a primeira vez em que uma equipe mista, composta por 4 homens e 2 mulheres, foi remando até a Ilha Grande sem revezamento de remadores e sem barco de apoio. Achei que, depois dessa remada, aquele meu sonho dos 19 anos pisando pela primeira vez na Praia dos Aventureiros estaria acalmado.

Ainda não tenho meu rottweiler, pois moro em um apartamento. Mas posso dizer que, aos 31 anos, a determinação me fez realizar a dura remada para a Ilha Grande pela segunda vez, mas agora sozinha. Nas minhas listinhas dos Reveillons não precisarei mais incluir este item. Sem dúvida, esta remada solo foi mais difícil do que a de OC6. Muitas coisas aconteceram entre o início e final da remada, e tudo será muito bem contado por aqui, neste blog, através de histórias e fotos postadas e também no filme que a produtora Studio Prime vai produzir.

Chegada na Praia de Palmas, na Ilha Grande. Sorriso de felicidade depois de lágrimas de dor após 28 horas de remada e 130 quilômetros percorridos em minha canoa.



Esta remada tornou-se viável com a parceria e amizade de órgãos institucionais, apoio de marcas e participação de amigos.

Patrocínios:
  • Instituto Estadual do Ambiente - INEA
  • Instituto Vital Brazil (onde atuo, orgulhosamente, como bióloga)
Parcerias:
  • Pousada Tapera das Palmas
  • Roupas de surfe feminino Mana Handicraft
  • MP3 Player à prova d'água Eigth Co.
Apoios:
  • Inove Car - Deu polimento na canoa.
  • Cor e Arte Bureau & Sign - Imprimiu os adesivos náuticos da canoa pelo preço de custo.
  • Todaro surfwear - Forneceu roupa de lycra para ser utilizada durante a remada.
Equipe:
  • Fotografia - Theo Andrade
  • Filmagem - Thiago Silva (Studio Prime)
  • Apoio logístico - Livia Mello
  • Tripulação do veleiro Tlaloco - Alexandre Serrano, Fernando Rodrigues e Marcus Arruda.
Aloha, galera!
Até a próxima postagem, com curiosidades, dicas e relatos precisos da remada!