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Canoa havaiana em Itaipu!

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Aloha! Esta é a Praia de Itaipu, em Niterói! Ali atrás você vê a ponta do Morro das Andorinhas, formação rochosa que faz parte do Parque Estadual da Serra da Tiririca , e no horizonte as ilhas Menina, Mãe e Pai.  Toda terça e quinta remadores de canoa havaiana e SUP exploram estas e outras belezas da Região Oceânica de Niterói. Ilhas Austrais, 1920 A canoagem havaiana é um esporte milenar que tem origem nos mares do Oceano Pacífico, representando um estilo de vida de povos ancestrais da Melanésia, Micronésia e Polinésia. Da década de 60 em diante a prática começou a se disseminar pelo mundo a partir do Havaí, e por isso o esporte se popularizou com o nome de  "canoa havaiana" . Mas habitantes de todas as ilhas do Pacífico utilizam este estilo de embarcação com um estabilizador lateral chamado "ama", sustentado pelas duas hastes chamadas "iakos" (e estes nomes variam de ilha para ilha). Por isso, chamamos o esporte, também, de "canoa...

Ilhas Maricás

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Quem nunca foi à praia e, sentado na areia, de repente se viu admirando uma ilhazinha imaginando como seria ir até lá?  De canoa havaiana, a gente imagina e depois vai!  Essa vontadezinha faz os remadores do Rio de Janeiro conhecerem como a palma das mãos ilhas como Cotunduba, Cagarras e Forte Lage. Quantas e quantas remadas maravilhosas, encontros de amigos e até luau em noites de lua cheia já fizemos nestas porções de terra cercadas de água e descobertas por todos os lados... Hoje vou escrever sobre um arquipélago especial. Trata-se de um pequeno conjunto de cinco ilhas e algumas lages que abriga uma natureza exuberante, ainda pouco conhecida pelos cariocas:  ...AS ILHAS MARICÁS... Mas este maravilhoso arquipélago encontra-se altamente ameaçado pelo COMPERJ - o inescrupuloso Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. O progresso tem que existir, não sou contra o uso do plástico e de outros derivados do petróleo. Minha própria canoa, feita com fibra de vidro, resina ...

Oito anos com as cobras

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Fotografia: Roger Palomo Extração de veneno de jararacussu no Instituto Vital Brazil. Já estagiei na ONG Viva Rio em meio a meninos da Favela da Rocinha e no zoológico do Rio guiando passeios de turmas escolares; já dei aula de pátina, mosaico e artesanato, pintei quadros e modelei argila, já passei dois meses embarcada em um navio cargueiro realizando avistamento e registro de catáceos ao longo de toda a costa brasileira; já estudei os lagartos da restinga de Itacoatiara e desenvolvi muitos trabalhos por aí, mas aquele que mais me impulsionou e me transformou profissionalmente foram os oito anos vividos no Instituto Vital Brazil. No Vital Brazil deixei de ser estagiária para ser bióloga. Não uma bióloga qualquer, pois pude exercer naquela instituição aquilo que significaria o sentido mais amplo da palavra biologia ( bio = vida; logia = saber). Isso significa que fui além dos conhecimentos sobre ecologia de cobras e aranhas e seus venenos; descobri sobr...